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02 janeiro 2014

Em 2014, governo vai dar destaque à pesquisa em ciência, tecnologia e inovação

Rio de Janeiro – A pesquisa básica terá destaque este ano no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), disse à Agência Brasil o secretário executivo da pasta, Luiz Antonio Elias. Segundo ele, o ministro Marco Antonio Raupp determinou que até o início de 2014 seja divulgado o novo edital dos institutos nacionais de Ciência e Tecnologia, já que considera a iniciativa importante para as redes de excelência nessa área. O edital visa à renovação e à formação de novos institutos nacionais de ciência e tecnologia, que desenvolvam pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o país, como biotecnologia e mudanças climáticas, por exemplo.
O secretário avaliou que o número de doutores brasileiros e a quantidade de publicações científicas têm crescido nos últimos anos, mas os investimentos no setor no Brasil são considerados recentes, quando comparados ao que ocorre em países como os Estados Unidos, por exemplo.  “Nós estamos fazendo o dever de casa, não só ampliando consideravelmente a parte de pesquisa, mas melhorando também a infraestrutura laboratorial e aumentando os novos campi”.
Elias lembrou que a presidenta Dilma Rousseff determinou que fossem ampliados e descentralizados os eixos das universidades, dentro das regiões metropolitanas, para que elas chegassem ao interior do Brasil e citou a parceria com outros órgãos do governo. “Isso está sendo feito. Por outro lado, estamos casando muitos recursos com o Ministério da Educação, que tem sido um parceiro muito positivo na estruturação de políticas de atendimento tecnológico e na área de pesquisas básicas e de formação de recursos humanos”, assegurou Elias.
O secretário executivo avaliou que o ano de 2013 foi positivo para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. “Tivemos várias iniciativas que são centrais para o processo de crescimento na área de pesquisa e desenvolvimento”.
Elias destacou a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que foi montada  e estruturada num trabalho conjunto entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da  Educação, que engloba tanto a área tecnológica de educação, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), quanto a área de pesquisa do MCTI, reforçando laboratórios que são complementares ao setor industrial. A Embrapii terá, nos próximos seis anos, quase R$ 2 bilhões para aplicar em projetos compartilhados com o setor industrial.
O secretário executivo citou também o Instituto Nacional de Pesquisas Oceanográficas e Hidroviárias (Inpoh), organização social criada pelo ministério, que está em fase de qualificação, voltada para a pesquisa oceanográfica, com capilaridade em outros ministérios (Defesa, Secretaria de Portos, Pesca e Aquicultura). “A ideia central é que se reforce a pesquisa em toda a zona costeira brasileira e se amplie a capacidade de valorar, ou seja, trazer valor agregado através da realidade da costa brasileira”.
O secretário salientou ainda, entre os pontos positivos registrados pelo ministério no ano passado, a recuperação do crédito pela Finep (Agência Brasileira da Inovação, antiga Financiadora de Estudos e Projetos do ministério). “A Finep está conseguindo cada vez mais recuperar o crédito, impulsionando o processo produtivo. E, certamente, em articulação com o Plano Brasil Maior, isso traz um benefício enorme ao setor industrial, especialmente  em planos de inovação”. Sustentabilidade e mobilidade são áreas em que a inovação trará benefícios para as cidades brasileiras, observou Elias.



Agência Brasil
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18 dezembro 2013

Brasil e China devem lançar novo satélite em 2014, diz ministro


Brasília – O Brasil e a China devem lançar no ano que vem um novo satélite para substituir o que foi lançado recentemente, mas não ficou em órbita, por causa de falhas no lançamento. Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o projeto de construção do satélite já previa que todas as peças fossem feitas em duplicidade, e elas já foram enviadas à China, agora só falta decidir se o novo equipamento será montado naquele país ou no Brasil. 
“Agora não tem o que fazer, aconteceu, foi uma tragédia, ficamos com uma deficiência muito grande, mas tem outro satélite já fabricado e pronto, estava no orçamento do projeto, previsto para ser lançado em 2015. Agora estamos vendo a possibilidade de lançar em 2014”, disse hoje (17) Bernardo.
O satélite, construído em parceria com a China, servirá para mapear e registrar os territórios e atividades agrícolas, desmatamento, mudanças na vegetação e expansão urbana.
Bernardo explicou que a falha que resultou no fracasso do lançamento do satélite foi na mistura do combustível com oxidante que controla o nível de desempenho do foguete. Isso resultou no desligamento do terceiro motor dez segundos antes do necessário, por isso o foguete não teve velocidade suficiente para se manter em órbita.
Ainda não está definido quem vai arcar com o custo do novo lançamento. “Quando fizemos o contrato para lançar, não estava dito o que aconteceria se não desse certo, mas com certeza será negociado”, explicou o ministro. 
Paulo Bernardo também comentou pela primeira vez a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em relação às empresas Telefônica, Vivo e TIM. Segundo ele, o Cade estabeleceu um parâmetro, de que uma mesma empresa não pode controlar duas operadoras no Brasil. Segundo ele, a Anatel analisou o aspecto regulatório do mercado de regulação e o Cade avaliou as questões de competições, então não houve divergências entre as posições dos dois órgãos regulatórios. “Temos que esperar, ver o que vai acontecer. Não temos intenção de contribuir com especulações sobre esse assunto”, disse o ministro.
Bernardo participou hoje (17) da posse de Igor Vilas Boas de Freitas como membro do Conselho Diretor da Anatel, com mandato até 5 de novembro de 2017. Freitas é consultor legislativo do Senado Federal e graduado em engenharia eletrônica. Foi membro do Conselho Consultivo da Agência e assessor do Conselho Diretor da agência.

Agência Brasil
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09 julho 2013

Amor (e ódio) na era digital




Como a web e as redes sociais mudaram a vida afetiva das pessoas do mundo

A era digital torna superficiais as relações afetivas? Banaliza os sentimentos? Potencializa o circuito efêmero do “ficar”? Distancia as pessoas do “olho no olho” e do “cara a cara”, no filtro embaçado do Facebook e do Twitter? Favorece os vícios online, por exemplo, na zona obscura da pornografia?
As acusações contra os usos e abusos na web são muitas, mas o psicanalista Jorge Forbes tende a repetir quantos “nãos” forem necessários para responder às dúvidas regadas a ceticismo aí de cima.
Forbes é um otimista da modernidade. “O amor na era digital é responsável”, diz ele. “Se alguém está com alguém é porque quer livremente estar.” As relações afetivas não são mais intermediadas, como no passado, pela natureza, por algum deus ou pela razão iluminista. “O amor é o laço social por excelência desta nova era”, acredita.
Forbes participou da última edição dos Diálogos Capitais, promovida por esta revista na Livraria Saraiva do Shopping Morumbi. Com ele debateu o cronista e jornalista Xico Sá. Ressalvando que tudo o que sabe desse amor internético é o aprendizado “de tantos pés na bunda que levou”, Xico Sá preferiu ressaltar, no turbilhão emocional da rede, “o dado da paranoia”, o ciúme, a suspeita, a traição, todo mundo detetive de todo mundo, a ação em rede gerando “uma agressividade de dimensão sem fim numa velocidade que amplia essa paranoia ao infinito”.
Poucos amores hão de sobreviver, quem sabe, a tanta superexposição, a tamanho exibicionismo. Será que o Facebook é a inevitável antecâmera do adultério e da separação? A Xico Sá incomoda, isso sim, “a angústia de gerar felicidade” aos olhos dos outros, a ansiedade de criar uma boa notícia todos os dias, mesmo que seja para alimentar, nas redes sociais, no Twitter, no Instagram, a ficção de sua própria alegria. De seu divã, Forbes observa, contudo, que há uma saudável dissociação entre o que uma pessoa tende a falar e a mostrar de si mesma, na internet, e a essência dela – o que ela verdadeiramente é.
O arrependimento que vem do “send”E-mails podem ser tóxicos, assim como mensagens tuitadas num impensado atropelo. Não é de estranhar, portanto, que a internet se converta numa estufa de choroso arrependimento. Escorregadas profissionais ou gafes sociais não podem ser, porém, nem de longe comparadas aos perigos do que você escreve quando o coração sangra – ou rejubila. “Desconfie daquele horário das corujas”, aconselha o escritor Xico Sá. Quando aquela antiga paixão é relembrada, quando um surto de coragem impõe a urgência de um e-mail irrefletido. O piscanalista Forbes admite que já acordou de manhã sobressaltado com as possíveis consequências de um SMS que, de fato, nem tinha mandado. “Devia haver lei seca para usar o computador”, brinca Xico Sá. “O pior é que, hoje, a gente tem, com o iPhone, um computador dentro do bolso.” Dois americanos, David Shipley e Will Schwalbe, chegaram a escrever uma cartilha – Send, Vintage Press – para ensinar bons modos digitais aos apressadinhos. Mas já existem aplicativos – como o Undo, do Gmail – que criam um crivo preventivo para aquilo que seria uma tremenda ressaca no dia seguinte.
E-mails de amor são também ridículos?Todas as cartas de amor serão ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. O que Fernando Pessoa/Álvaro de Campos disse a respeito de súplicas derramadas em folhas vitorianas de papel perfumado continua valendo hoje, ainda que em novo figurino. “Escrevo imensas cartas de amor por e-mail”, confessa o cronista Xico Sá. “E, independente de eles darem certo ou não, gosto de guardá-los.” São como “panfletos líricos”, define. Admite que deve ser um “traço de nostalgia”, mas faz ostensiva campanha – na web – para que a web não persista num de seus defeitos: o de ser tão lacônica. “O discurso do amor é longo, lento, redundante”, diz o cronista. Portanto, não é escrevendo #amor no seu tweet que vc vai provar q a/o ama.
Seu parceiro está esperando na redeO americano Bill Tancer, geniozinho em pesquisa online, apurou que o acesso a sites de contato é, no mundo todo, dez vezes maior do que o do conjunto dos sites de venda, a Amazon incluída. Quer dizer, na web as pessoas tentam adquirir mais amor (no espectro que vai do encontro ao sexo, passando pela mera fantasia) do que mercadorias.  Match.com, OkCupid, e Harmony lideram uma operação bilionária que, em certos casos mais aberta, em alguns casos mais restrita, vai hoje em dia preenchendo todos os nichos de gênero, raça, orientação sexual e até religião. Há quem seja pego em arapucas (as mais recentes queixas miram o site myZamara, de um indiano esperto sediado em Boston, EUA). As aproximações obedecem a uma linguagem de programação baseada em algoritmos, que é uma sequência definida de instruções que, se seguida, pode executar uma tarefa. A de aproximar corações solitários, por exemplo. E dá certo. Aplicativos com recursos de geolocalização trazem o cupido para perto de você. A matemática, que em geral afasta, na web aproxima.
Demitida por SMS de “um amor eterno”Sophie Calle é a xodó da arte pop francesa. Vivia tórrida paixão com Grégoire Bouillier, autor de um romance autobiográfico – O Convidado Mistério, de 2004 – dedicado, por sinal, a ela, Sophie. Texto apaixonadíssimo. Sophie estava em Berlim quando ouviu o bip de mensagem no seu celular. Era um e-mail de Grégoire. Ele avisava que estava pulando fora da relação. Mensagem curta, que terminava com um brusco “se cuida”. “Não sabia como responder”, contou Sophie. Em vez de fazer drama, decidiu fazer arte. Compartilhou sua perplexidade com outras 107 mulheres. Propôs que elas comentassem, cantassem, dançassem, pintassem o tema “se cuida”. Resultou numa exposição com esse título. A mostra peregrinou pelo mundo. Passou pelo Brasil. Sophie veio para o lançamento, em julho de 2009, enquanto acontecia a Feira Literária de Paraty (Flip), da qual Grégoire era um dos convidados. Acabou instada a sentar com ele na mesma mesa de debate. Para quem passou pela humilhação de ter sido demitida de um amor por SMS, Sophie se comportou admiravelmente. Ela e Grégoire ficaram no mesmo hotel. Em quartos separados.
Na internet, somos anjos e demônios“A internet é um meio de perdermos o medo juntos”, diz o sociólogo catalão Manuel Castells, estudioso dos hábitos e costumes de rede. Vale para a vida civil assim como para a vida afetiva. Nem em uma nem na outra o medo é bom parceiro. Castells, que se alterna entre Berkeley, o MIT e a Universidade Aberta da Catalunha, esteve no Brasil como convidado do Fronteiras do Pensamento. Está para lançar o livro Redes de Indignação e Esperança.
A ambiguidade do título reflete um dos papéis que Castells atribui à internet: a de aglutinar “demandas emocionais” até então desarticuladas e muitas vezes incoerentes. A era da “autocomunicação de massa”, que atropela a mídia convencional e desafia a representação política, tende a se converter em fator coletivo de mobilização, por um lado, mas acaba por radicalizar o culto umbilical de sua mera individualidade. “Somos anjos e demônios”, adverte Castells. “Viver na internet tem um perigo: nós mesmos.”
Matéria do site: Carta Capital
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06 julho 2013

Tecnologia

Wi-Fi público: saiba como tirar proveito da internet sem fio gratuita




Quem usa smartphone ou tablet em locais públicos sabe como é ruim depender exclusivamente da internet 3G, muitas vezes instável e "lenta". Recorrer a uma conexão Wi-Fi gratuita é a saída de muita gente para conseguir usar redes sociais e fazer check-ins. Mas é de graça mesmo? E seguro? Veja a seguir perguntas e respostas sobre esses pontos de acesso gratuitos.

Como saber se uma rede Wi-Fi é mesmo gratuita?

Em geral, as conexões Wi-Fi pagas exigem, além de um cadastro do usuário, a inserção de dados de pagamento como o número do cartão de crédito. Depois, pode ocorrer de pedirem a inserção de dados de senha e login, que são enviados previamente ao seu e-mail.

Como saber onde tem Wi-Fi grátis?

Você pode tentar identificar quais redes Wi-Fi estão disponíveis na listagem que aparece no seu smartphone ou tablet, mas também existem aplicativos e sites que indicam esses pontos de acesso. Entre eles estão o Mandic Magic, o Wi-Fi Finder,Brasil Free Wi-Fi e o Mapa Wi-Fi.

Conexões Wi-Fi públicas dispensam senha?

Nem sempre. No caso de bares e lojas, por exemplo, o proprietário pode fechar o acesso ao Wi-Fi com senha e fornecê-la apenas quando pedido pelo cliente ou se ele consumir algo no local.Se a rede possui senha, é comum o estabelecimento comercial divulgá-la em locais visíveis (em cartazes afixados nas paredes, por exemplo), além do aviso de "Wi-Fi Zone". Há também um aplicativo para iOS e Android, o Mandic Magic, com o qual usuários compartilham senhas que sabem de redes.

Nas conexões sem senha, basta conectar direto o Wi-Fi?

Nem sempre. Em alguns casos, por medida de segurança, o proprietário da rede pode exigir que você preencha um cadastro online e forneça alguns dados pessoais antes de liberar a conexão.

Meu smartphone ou tablet se conecta automaticamente ao Wi-Fi público?

Na primeira conexão àquela rede, não. É preciso escolher a rede que você se deseja conectar, quando ela for exibida na tela do dispositivo.

No sistema iOS, da Apple, a escolha é memorizada e, no próximo acesso, a conexão é automática. No Android, no caso de uma rede com senha, é preciso adicioná-la e pedir para salvar os dados. Em casos específicos, pode acontecer de o usuário ter de fazer novamente cadastro para acessar aquele Wi-Fi.

SAIBA COMO INSTALAR ROTEADOR PARA USAR REDE WI-FI EM CASA


É seguro conectar meu dispositivo a um Wi-Fi público?

Não é seguro, segundo Fábio Assolini, analista sênior de malware da Kaspersky, empresa especializada em segurança. É preciso tomar várias precauções básicas ao usar essas redes. "Qualquer dado trafegado nesse Wi-Fi público pode ser capturado por alguém mal-intencionado naquele mesmo local", alerta.

Como posso proteger meus dados ao acessar o Wi-Fi público?

Fábio Assolini, analista sênior de malware da Kaspersky, recomenda o uso de VPN (tecnologia que cria uma espécie de 'túnel' entre o dispositivo e o destino dos dados trafegados na rede). Essa solução, no entanto, não é muito popular e, em geral, é necessário pagar para usá-la.

Ao conectar-se ao Wi-Fi público, o ideal é nunca fazer compras online, usar internet banking, digitar senhas ou acessar e-mails. Verifique também se aparece 'https://' no início do site que você acessa nessa internet pública: isso indica, segundo o especialista, que os dados são criptografados (embaralhados) ao trafegar.

Toda conexão Wi-Fi aberta é pública?

Nem sempre. Há pessoas que não protegem suas conexões domésticas com senha de acesso, que acabam ficando acessíveis a qualquer dispositivo que esteja em seu raio de alcance. Se esse é o seu caso, há como proteger seu roteador. O Google recentemente divulgou dicas de segurança sobre o tema.


Sim, explica André Onodera, membro da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP. Segundo ele, a invasão de dispositivo informático alheio passou a ser crime, de acordo com a lei 12.737 (apelidada de "Lei Carolina Dieckmann"). O dono da rede pode fazer a denúncia em delegacia especializada em crimes eletrônicos e uma perícia poderá comprovar o acesso indevido.Posso ter problemas se eu acessar o Wi-Fi de alguém, como um vizinho, que deixou a rede sem senha?

Se a pessoa usa o Wi-Fi público para cometer algum crime ou ofensa, o dono da rede pode ser responsabilizado?

Pode, diz André Onodera, membro da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP. "A responsabilidade é de quem provê o acesso. Ele, portanto, deve procurar proteger essa rede para evitar problemas", explica.

Embora exista entendimento jurisprudencial de que o proprietário da rede não é diretamente responsável, dificilmente ele conseguirá identificar, diz o advogado, quem realizou aquele acesso devido ao grande número de pessoas que usam a rede.

Todos os aeroportos no Brasil têm Wi-Fi gratuito "oficial"?

Não. Segundo a Infraero o serviço está disponível apenas nos aeroportos de Manaus (AM), Pampulha e Confins (MG), Congonhas (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Natal (RN), Recife (PE), Salvador (BA), Santos Dumont e Galeão (RJ).

Existe Wi-Fi grátis dentro de táxis e ônibus?

Sim. No Brasil, no entanto, são poucas as cidades que dispõem do serviço. Em táxis,há um projeto piloto em alguns veículos que rodam em Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo.

Os passageiros podem usar o Wi-Fi por 15 minutos durante a corrida. Em ônibus, a cidade de São Paulo diz que pretende oferecer Wi-Fi em veículos da frota com auxílio da rede 4G, porém ainda não detalhou como fará isso. Em algumas paradas e terminais, já há Wi-Fi grátis.

Por que não consigo me conectar ao Wi-Fi grátis?

Dois problemas podem ocorrer: o mais provável é que a rede esteja com muitos usuários conectados simultaneamente e, portanto, você não consegue se conectar a ela. Outra hipótese é que seu dispositivo móvel esteja com algum problema. Se você usa iPhone, saiba algumas dicas de como consertar sua conexão.
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